5 26 crack

Картинка

Добавил: admin
Формат файла: RAR
Оценка пользователей: Рейтинг (4,8 из 5)
Дата добавления: 16.04.2018
Скачиваний: 1205 раз(а)
Проверен Dr.Web: Вирусов нет

Скачать

5 26 crack

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. As 5 26 crack de crack oferecem uma curta, mas intensa euforia aos fumantes.

O crack apareceu nos Estados Unidos primeiramente em bairros pobres do centro das cidades de New York, Los Angeles e Miami, entre 1984 e 1985. No Brasil, o crack passou a ser conhecido nos anos de 1990. As informações sobre a chegada do crack ao Brasil vêm da imprensa leiga ou de órgãos policiais. Algumas evidências apontam para o surgimento da substância em bairros da Zona Leste da cidade, alcançando depois, a região central, nas imediações da Estação da Luz, área que ficou conhecida como Cracolândia.

Os traficantes, então, passaram a vender doses bem pequenas de crack por um preço tão baixo quanto três dólares estadunidenses. Para o consumo inalatório da droga, são utilizados cachimbos elaborados pelos próprios usuários, geralmente de alumínio e compartilhados entre o grupo de uso.

5 26 crack

Também tem sido comum o consumo de cigarros comuns ou de maconha com fragmentos de pedras de crack. A forma injetável de cocaína não teve sucesso e foi quase extinta no Brasil, tendo sido substituída pelo crack, que provoca efeito semelhante e tão potente quanto o da cocaína injetada. Os efeitos iniciais do crack são mais rápidos e intensos do que os de outras drogas injetáveis. A duração dos efeitos do crack é muito curta, em média cinco minutos, enquanto a cocaína, depois de injetada ou usada por via intranasal, provoca efeitos com duração em torno de 20 a 45 minutos.

Grandes quantidades podem induzir tremores, vertigens, espasmos musculares, paranoia ou, com doses repetidas, uma reação tóxica muito semelhante à da intoxicação por anfetaminas. O uso regular do crack pode provocar alucinações e causar comportamentos violentos, episódios paranoicos e mesmo impulsos suicidas. Ekbom: a crença equivocada de que se está infestado de parasitas.

Essas ilusões também estão associados a febre alta ou abstinência do álcool, muitas vezes, juntamente com alucinações visuais sobre insetos. Pessoas que vivem essas alucinações podem arranhar-se, causando danos cutâneos graves e sangramento. Alguns usuários de crack relataram sentimentos de agitação, irritabilidade e ansiedade. Em casos raros, pode ocorrer morte súbita no primeiro uso do crack ou, de forma inesperada, depois.

As mortes relacionadas ao crack são, muitas vezes, resultantes de parada cardíaca ou convulsões seguidas de parada respiratória. Pode-se desenvolver uma tolerância considerável ao uso do crack. Os viciados procuram atingir o mesmo prazer de sua primeira experiência, e alguns aumentam a frequência das doses para intensificar e prolongar os efeitos eufóricos.

Подробный обзор на «5 26 crack»

5 26 crack

O aumento de sensibilidade pode explicar algumas mortes que ocorrem após doses aparentemente baixas de crack. O primeiro relato de acidente vascular cerebral induzido por cocaína data de 1977. AVC associado ao uso de cocaína.

O consumo de crack fumado, usando-se latas de alumínio como cachimbo, tem levado a estudos em busca de evidências do aumento do alumínio sérico em usuários de crack, considerando-se que a ingestão de alumínio está associada a dano neurológico. A abstinência dura cerca de dez semanas. Nos quatro primeiros dias o paciente se sente cansado e desestimulado, come muito e sofre alterações de humor. Segundo o psiquiatra Valdir Ribeiro Campos, «existe grande tendência de o dependente voltar a usar a droga, caso a abstinência não seja tratada corretamente.

Sem a medicação, os sintomas continuam e, comumente, levam a um quadro de depressão, alterações no padrão de sono e desestímulo. Mas os sintomas paranóides transitórios são os principais componentes do quadro de abstinência do crack. Esse quadro caracteriza a chamada «fissura» ou craving.

A «fissura» é frequentemente referida como uma necessidade imprescindível para o corpo, indispensável à vida e descrita como uma vontade «pior que a fome». O objetivo da procura obcecada por crack não é somente obter prazer, mas também aliviar esse grande mal-estar. Os contornos obsessivos da «fissura» pelo crack tiram do indivíduo a sua capacidade de escolha e o seu discernimento, embora ele seja consciente da sua degradação física e moral. Devido às semelhanças sintomáticas entre a dependência e o transtorno obsessivo-compulsivo, ambos dividem etiologia similar.

Embora as mortes durante o processo de desintoxicação sejam frequentes, não há relação comprovada entre a morte de usuários de crack e a abstinência da droga, diferentemente do que ocorre no caso de dependentes de álcool e de heroína. Segundo os especialistas, essas mortes seriam causadas pela associação da dependência química com inanição ou outras doenças. Na décima semana, esses sintomas começam a 5 26 crack, e o organismo começa a se recuperar. Atualmente várias abordagens de tratamento para dependência de cocaína e crack no Brasil vêm sendo discutidas, e há muitas controvérsias sobre qual abordagem teria demonstrado maior efetividade, segundo a literatura científica.

Há um consenso de que a dependência de crack exige um tratamento difícil e complexo, por ser uma doença crônica e grave que deverá ser acompanhada por longo tempo. Devido aos baixos índices de motivação do dependente e, consequentemente, pouca aderência do paciente ao tratamento, a família e a rede social de apoio exercem um papel de fundamental importância durante o processo de intervenção terapêutica. Contudo, a maioria dos estudos de revisão sobre famílias de dependentes químicos confirma que o universo familiar dessa população é frequentemente disfuncional. Outra dificuldade no tratamento da dependência do crack é a ausência de uma medicação específica que reduza o desejo pelos efeitos da substância.

Contudo, os resultados não mostraram qualquer sucesso. A submissão voluntária ao tratamento por parte do dependente é difícil, haja vista que a «fissura», isto é, a vontade de voltar a usar a droga, é grande demais. Além disso, a maioria das famílias de usuários não tem condições de custear tratamentos em clínicas particulares ou de conseguir vagas em clínicas terapêuticas assistenciais. Além disso, nem sempre as clínicas são idôneas.

Nas comunidades terapêuticas, as internações acontecem voluntariamente. 2001 da Vigilância Sanitária, mas várias das que funcionam atualmente estão fora das normas. A imprensa também tem mostrado as dificuldades sofridas por parentes de dependentes do crack para tratá-los. Casos extremos, de famílias que não conseguem ajuda no sistema público de saúde, são cada vez mais comuns.

A melhor forma de tratamento desses pacientes ainda parece ser objeto de discussão entre especialistas. Contra a internação involuntária, há argumentos de que é muito baixa a eficácia do tratamento sem que haja o desejo da pessoa de se tratar. Por outro lado, admiti-la como foco de uma política de tratamento dos usuários de crack poderia abrir espaço para a violação de direitos humanos, como ressaltou Pedro Abramovay, em entrevista na Revista Cult, 165, ano 15, fevereiro 2012: «Não dá para não pensar na metáfora de Machado de Assis — a internação compulsória pode levar todos à Casa Verde .

Desde 21 de janeiro de 2013, entrou em vigor o programa de internação compulsória de dependentes de drogas, do governo do Estado de São Paulo. Essa modalidade de CAPS foi criada pela portaria ministerial 336, de 10 de fevereiro de 2002. Possui atendimento ambulatorial e hospital-dia com equipes interdisciplinares cuja a função é criar uma rede de atenção aos usuários de álcool e outras drogas. Outra estratégia de intervenção voltada à abordagem do usuário de crack são os chamados «Consultórios de Rua».

Скачать

Além disso, quanto antes procurada a ajuda, mais provável o sucesso no tratamento. Segundo o médico psiquiatra Marcelo Ribeiro de Araújo, «Faz-se necessário a constituição de equipe interdisciplinar experiente e capacitada, capaz de lhes oferecer um atendimento intensivo e adequado às particularidades de cada um deles, contemplando suas reais necessidades de cuidados médicos gerais, de apoio psicológico e familiar, bem como de reinserção social». Diferentemente do que se poderia imaginar, porém, não são as complicações de saúde pelo uso crônico da droga, mas sim os homicídios, que constituem a primeira causa de morte entre os usuários, resultantes de brigas em geral, ações policiais e punições de traficantes pelo não-pagamento de dívidas contraídas nesse comércio. Outra causa importante são as doenças sexualmente transmissíveis, como a síndrome da imunodeficiência adquirida por exemplo, por conta do comportamento promíscuo que a droga gera.

O modo de vida do usuário, enfim, o expõe à vitimização, muitas vezes e infelizmente levando-o a um fim trágico. Estudos indicam que a porcentagem de usuários de crack que são vítimas de morte violenta é significativamente elevada. O pesquisador Marcelo Ribeiro de Araújo acompanhou 131 dependentes de crack internados em clínicas de reabilitação e concluiu que usuários de crack correm risco de morte oito vezes maior que a população em geral.